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Recentemente por sugestão de alguns pacientes, eu decidi fazer um Instagram para ampliar a disseminação de conhecimento, em especial voltado a Psicologia Corporal, apesar que há outras temáticas que estudo como true crime, narcisismo, Psicologia do Esporte, etc. 
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Gerda Boyesen: a criadora da Psicologia Biodinâmica

Gerda Boyesen (1922–2005) foi uma psicóloga e fisioterapeuta norueguesa, reconhecida como a criadora da Psicologia Biodinâmica, uma das principais vertentes da Psicologia Corporal contemporânea. Seu trabalho ampliou e aprofundou os fundamentos iniciados por Wilhelm Reich e, posteriormente, desenvolvidos por Alexander Lowen, ao integrar de forma inédita corpo, emoções e sistema nervoso autônomo.

Mais do que uma técnica, a Biodinâmica propõe uma compreensão profunda do ser humano como um organismo autorregulável, capaz de restaurar seu equilíbrio quando encontra condições adequadas de escuta, segurança e presença.


Contexto histórico e influências

Gerda Boyesen iniciou sua formação como fisioterapeuta e, mais tarde, aprofundou seus estudos em Psicologia. Foi fortemente influenciada por Wilhelm Reich, especialmente por sua noção de energia vital, couraça muscular e relação entre repressão emocional e adoecimento corporal.

No entanto, Boyesen seguiu um caminho próprio. Enquanto Reich e Lowen enfatizavam processos mais catárticos e expressivos, Gerda passou a observar algo sutil, porém revolucionário:
o papel do sistema digestivo na autorregulação emocional.


A descoberta do “psicoperistaltismo”

Uma das maiores contribuições de Gerda Boyesen foi a descoberta do psicoperistaltismo — o movimento peristáltico do intestino como indicador da liberação emocional.

Durante atendimentos corporais, ela percebeu que, à medida que o paciente relaxava profundamente e emoções reprimidas eram integradas (não descarregadas de forma violenta), surgiam sons intestinais específicos. Esses sons indicavam que o sistema nervoso parassimpático estava ativo, promovendo digestão emocional.

Essa descoberta levou Boyesen a compreender que:

  • Emoções não precisam ser “explodidas” para serem integradas

  • O corpo possui mecanismos naturais de metabolização psíquica

  • Segurança, vínculo e ritmo são essenciais no processo terapêutico


Psicologia Biodinâmica: princípios fundamentais

A Psicologia Biodinâmica se baseia em alguns pilares centrais:

1. Autorregulação do organismo

O corpo tende naturalmente ao equilíbrio quando não está em estado crônico de defesa.

2. Centralidade do sistema nervoso autônomo

O foco está menos na descarga simpática (luta/fuga) e mais na ativação do parassimpático, ligado ao repouso, digestão e integração emocional.

3. Toque terapêutico consciente

O toque biodinâmico não é invasivo nem manipulador. Ele respeita limites, ritmos e defesas, funcionando como um convite ao relaxamento profundo.

4. Emoção como processo fisiológico

Sentimentos são vivências corporais que podem ser assimiladas, digeridas e transformadas — não apenas analisadas cognitivamente.


Diferenças em relação a outras abordagens corporais

Comparada à Bioenergética de Lowen, por exemplo, a Biodinâmica tende a ser:

  • Menos confrontativa

  • Menos baseada em exercícios intensos

  • Mais focada na escuta profunda do corpo

  • Mais indicada para traumas precoces, estados dissociativos e pessoas muito sensíveis

Isso não a torna “mais fraca”, mas sim mais refinada, especialmente no trabalho com traumas de desenvolvimento.


Aplicações clínicas

A Psicologia Biodinâmica é amplamente utilizada no tratamento de:

  • Ansiedade e estresse crônico

  • Depressão

  • Traumas precoces

  • Estados psicossomáticos

  • Dificuldades de vínculo e apego

  • Dissociação corporal

Ela também dialoga profundamente com abordagens modernas de trauma, como a Teoria Polivagal, mesmo tendo sido desenvolvida décadas antes.


O legado de Gerda Boyesen

Gerda Boyesen deixou um legado sólido, transmitido por seus filhos — especialmente Ebba Boyesen — e por escolas biodinâmicas espalhadas pelo mundo. Sua obra influenciou profundamente o campo da Psicologia Corporal, da psicoterapia somática e das terapias baseadas no corpo.

Em um mundo marcado por hiperestimulação, aceleração e dissociação, a Biodinâmica permanece atual ao lembrar que cura não é força, é escuta.


Considerações finais

Gerda Boyesen nos ensinou que o corpo não é um obstáculo à psicoterapia, mas seu maior aliado.
Ao respeitar os ritmos internos, o sistema nervoso e a inteligência orgânica, sua abordagem oferece um caminho terapêutico profundo, ético e humanizado.

A Psicologia Biodinâmica não busca “consertar” o indivíduo, mas restaurar sua capacidade natural de sentir, digerir e viver.

Circuluz disponibiliza vagas com valor social em Psicoterapia Corporal

Está disponível na Circuluz, em Goiânia, sessões de psicoterapia corporal com valor social, ou seja, são valores mais acessíveis, voltado para a população adulta. As sessões são realizadas por estagiários supervisionados do curso de pós graduação em Psicologia Corporal.
Além de Goiânia, aqui em Anápolis, eu faço parte dos estagiários que estão atendendo em Anápolis. Para mais informações entre em contato clicando no link do Whatsapp (aqui), ou clicando nas imagens para ser direcionado ao atedimento pela equipe que fará a triagem e passará maiores informações.

Energia Orgone: Entre Ciência, Espiritualidade e Cura

A energia orgone é um conceito desenvolvido pelo psicanalista austríaco Wilhelm Reich na primeira metade do século XX. Reich, discípulo de Freud, acreditava ter descoberto uma forma de energia vital presente em toda a natureza, semelhante ao prana das tradições indianas, ao chi da cultura chinesa e ao éter mencionado por filósofos antigos. Ele a chamou de orgone, relacionando-a ao orgasmo e à força vital que permeia o corpo e o universo.

O que é a Energia Orgone?

Segundo Reich, o orgone seria uma energia cósmica que se manifesta em diferentes níveis: físico, biológico e atmosférico. Essa energia estaria presente:

  • No movimento das nuvens e fenômenos climáticos.

  • Nos organismos vivos, regulando processos de saúde e vitalidade.

  • No corpo humano, especialmente ligado à sexualidade e ao prazer.

Para ele, bloqueios emocionais e repressões sociais impediam o livre fluxo de orgone, gerando doenças físicas e psicológicas.

Os Acumuladores de Orgone

Reich construiu dispositivos chamados acumuladores de orgone, caixas feitas de camadas alternadas de materiais orgânicos (como madeira) e metálicos. Acreditava que essas estruturas podiam atrair e concentrar a energia orgone, possibilitando a regeneração da saúde. Pacientes relatavam melhoras em estados de fadiga, ansiedade e até doenças crônicas ao permanecerem dentro do acumulador por alguns minutos diários.

Orgone na Espiritualidade e na Cultura Alternativa

Embora a ciência tradicional tenha rejeitado suas ideias, a energia orgone encontrou espaço em movimentos alternativos e holísticos.

  • Em práticas espirituais, é vista como uma forma de energia vital semelhante ao prana.

  • Surgiram objetos como os orgonites (pequenas peças de resina, metal e cristais) usados para harmonizar ambientes, proteger contra “energias negativas” e estimular bem-estar.

  • Na arte e cultura popular, o termo aparece associado a contracultura, terapias alternativas e até ficções científicas.

Críticas e Controvérsias

A comunidade científica considera o conceito de energia orgone como pseudociência, já que não há evidências empíricas que comprovem sua existência de forma mensurável. Wilhelm Reich, inclusive, enfrentou perseguições e teve seus experimentos proibidos nos Estados Unidos nos anos 1950.

Apesar disso, seus estudos influenciaram áreas como a psicologia corporal, terapias somáticas e práticas de autoconhecimento que valorizam o corpo como expressão das emoções.

Energia Orgone Hoje

Atualmente, a energia orgone é compreendida menos como um fenômeno físico mensurável e mais como uma metáfora terapêutica e espiritual. Muitas pessoas usam orgonites, meditações e técnicas de respiração inspiradas em Reich como ferramentas de equilíbrio emocional, conexão interior e harmonia ambiental.


Conclusão

A energia orgone, apesar de não reconhecida pela ciência tradicional, continua fascinando espiritualistas, terapeutas e buscadores de novas formas de cura. Mais do que comprovar sua existência material, talvez o verdadeiro valor desse conceito esteja em resgatar a importância da energia vital, do corpo e da consciência como caminhos para saúde e plenitude.

ASMR: A Resposta Sensorial Que Encanta o Cérebro e Acalma o Corpo

O que é ASMR?

ASMR, sigla para Autonomous Sensory Meridian Response (Resposta Sensorial Meridiana Autônoma), é uma sensação de formigamento ou arrepio agradável geralmente sentida no couro cabeludo, nuca e parte superior da coluna. Essa sensação pode ser desencadeada por sons suaves, sussurros, movimentos repetitivos ou interações personalizadas – como vídeos de corte de cabelo ou massagem simulada.

A experiência do ASMR é descrita por muitos como profundamente relaxante, sendo usada como auxílio para redução da ansiedade, insônia, estresse e até regulação emocional.


O que diz a ciência sobre ASMR?

Embora seja um fenômeno subjetivo e ainda relativamente novo nos estudos científicos, já há uma base crescente de pesquisas que investigam seus efeitos fisiológicos e psicológicos. Confira algumas das mais relevantes:

1. Redução da frequência cardíaca e aumento da calma

  • Um estudo publicado em PLOS ONE (Poerio et al., 2018) mostrou que participantes que experimentaram ASMR tiveram redução significativa na frequência cardíaca, sugerindo um estado fisiológico semelhante ao relaxamento profundo ou meditação.

📖 Referência:
Poerio, G. L., Blakey, E., Hostler, T. J., & Veltri, T. (2018). More than a feeling: Autonomous sensory meridian response (ASMR) is characterized by reliable changes in affect and physiology. PLOS ONE, 13(6), e0196645.
https://doi.org/10.1371/journal.pone.0196645


2. Melhoria do humor e alívio de sintomas ansiosos

  • Um artigo da PeerJ (Barratt & Davis, 2015) demonstrou que o ASMR pode ajudar a melhorar o humor, aliviar sintomas de depressão leve, ansiedade e promover uma sensação de bem-estar duradoura após a exposição aos gatilhos.

📖 Referência:
Barratt, E. L., & Davis, N. J. (2015). Autonomous Sensory Meridian Response (ASMR): a flow-like mental state. PeerJ, 3, e851.
https://doi.org/10.7717/peerj.851


3. Estimulação de áreas cerebrais associadas à recompensa

  • Um estudo de neuroimagem por fMRI (Lochte et al., 2018) identificou que durante a experiência de ASMR há ativação do córtex pré-frontal medial e do córtex cingulado anterior, regiões associadas ao prazer e à recompensa.

📖 Referência:
Lochte, B. C., Guillory, S. A., Richard, C. A., & Kelley, W. M. (2018). An fMRI investigation of the neural correlates underlying the autonomous sensory meridian response (ASMR). BioImpacts, 8(2), 95–100.
https://doi.org/10.15171/bi.2018.11


Aplicações terapêuticas e comerciais

O ASMR é cada vez mais usado como recurso terapêutico complementar, sendo incorporado por:

  • Psicólogos e terapeutas para redução de ativação autonômica;

  • Profissionais de saúde mental para casos leves de ansiedade generalizada ou insônia;

  • Criadores de conteúdo, com milhões de seguidores em canais do YouTube, TikTok e plataformas de áudio.

Além disso, empresas têm explorado o ASMR em marketing sensorial — como comerciais com sons sutilmente relaxantes para induzir sensações agradáveis nos consumidores.


Conclusão

O ASMR é mais que uma tendência digital: é uma resposta neurofisiológica legítima com potencial terapêutico, cujos efeitos podem se comparar aos de técnicas de relaxamento profundo. Para pessoas sensíveis a esses estímulos, os benefícios vão desde uma noite melhor de sono até alívio da ansiedade.

À medida que a ciência avança, novas aplicações devem surgir — inclusive com protocolos clínicos e ferramentas digitais voltadas à promoção de saúde mental por meio da estimulação sensorial.

Misantropia: Entendendo o Desgosto pela Humanidade

A misantropia é um conceito que desperta curiosidade e, muitas vezes, equívocos. Derivada do grego misos (ódio) e anthropos (homem, humanidade), a palavra significa, literalmente, “ódio ou aversão à humanidade”. Contudo, na prática, a misantropia não se resume a um ódio irracional contra todas as pessoas, mas pode representar uma postura crítica e até filosófica diante da natureza humana e da sociedade.


O que é misantropia?

O misantropo é aquele que sente profunda desconfiança, ceticismo ou antipatia em relação à espécie humana como um todo. Essa atitude pode surgir de experiências pessoais traumáticas, observação de comportamentos coletivos prejudiciais (como guerras, corrupção, destruição ambiental), ou de uma filosofia de vida baseada na ideia de que a humanidade, em essência, tende ao egoísmo e à destruição.

Vale ressaltar que nem todo misantropo é agressivo ou antissocial — alguns mantêm relações próximas, mas limitam seu círculo social para evitar decepções.


Características comuns do misantropo

  1. Ceticismo quanto à natureza humana
    Tendem a acreditar que os interesses pessoais, a ganância e o egoísmo são forças predominantes na sociedade.

  2. Preferência por isolamento ou círculos restritos
    Podem evitar grandes grupos, preferindo interações individuais e profundas, ou simplesmente a própria companhia.

  3. Crítica à sociedade e instituições
    Frequentemente manifestam insatisfação com governos, corporações, religiões organizadas ou outros sistemas que consideram corruptos ou manipuladores.

  4. Observação aguda e pensamento crítico
    Muitos misantropos desenvolvem uma visão analítica sobre o comportamento humano, apontando hipocrisias e contradições.

  5. Desapego de convenções sociais
    Não se sentem obrigados a seguir normas apenas por serem tradições; podem questionar costumes e regras amplamente aceitos.


Misantropia x Misantropia patológica

A misantropia pode ser uma postura filosófica ou intelectual, mas também pode surgir como sintoma de condições psicológicas, como:

  • Transtornos de ansiedade social;

  • Depressão;

  • Transtorno de personalidade paranoide.

Nesses casos, a aversão não é apenas ideológica, mas profundamente influenciada por traumas e inseguranças, exigindo acompanhamento psicológico.


A misantropia na filosofia e cultura

Figuras históricas e literárias, como o filósofo alemão Arthur Schopenhauer, o dramaturgo Molière (em O Misantropo) e até personagens de ficção como Gregory House, manifestaram visões misantrópicas. Em muitos casos, essa postura é apresentada como uma crítica à hipocrisia e ao conformismo social.


Conclusão

A misantropia é mais complexa do que o simples “odiar pessoas”. Para alguns, é uma forma de proteger-se de decepções e frustrações; para outros, é uma visão filosófica baseada na observação de falhas recorrentes da humanidade. Embora possa parecer pessimista, compreender a misantropia ajuda a refletir sobre a sociedade e as nossas próprias relações.

Lançada música sobre TRE

Recentemente fiz o módulo de TRE na pós graduação em Psicologia Corporal e me chamou bastante atenção os resultados dos exercícios em TRE, como estou a algum tempo desenvolvendo músicas para o projeto te.RAP.ia como forma de psicoeducação como também uma forma de aproximação da sociedade com temas voltados a saúde mental, projeto esse que visa o lançamento de uma mixtape no futuro com 12 faixas.
Na ocasião decidi movimentar algo no sentido do TRE que é uma série de exercícios simples criados pelo Dr. David Berceli com o objetivo de ativar o tremor neurogênico, uma resposta natural do corpo que ajuda a liberar tensões musculares profundas e acúmulo emocional ou traumático.
Dê o play e conheça um pouco mais da poderosa técnica do TRE através das ondas sonoras.

Apenas 75 minutos de corrida por semana podem reduzir sua idade biológica em até 12 anos.

Na busca pela longevidade, muitas vezes focamos em suplementos complexos, tratamentos caros ou nas últimas modas da saúde.

No entanto, uma das formas mais eficazes e cientificamente comprovadas de reverter o processo de envelhecimento pode ser mais simples do que pensamos: correr regularmente.

Pesquisas mostram que apenas 75 minutos de corrida por semana podem reduzir sua idade biológica em até 12 anos.

Esse benefício vem da capacidade da corrida de desacelerar o encurtamento dos telômeros — as “capas protetoras” dos nossos cromossomos que se encurtam com o envelhecimento.
Com exercícios aeróbicos regulares, como correr, podemos manter esses telômeros mais longos, o que, por sua vez, desacelera o processo biológico de envelhecimento.

Além dos benefícios celulares, correr melhora a saúde cardiovascular, impulsiona a função mitocondrial e favorece a eficiência metabólica geral — ajudando você a permanecer jovem por mais tempo.

Fonte:
Zhao, R., Xu, Q., Wang, Y., & Yang, X. (2023). The impact of moderate aerobic exercise on biological age: A telomere-length study. Journal of Aging Research, 55(2), 231-239.

Aprofundando meus conhecimentos em TRE (Tension & Trauma Releasing Exercises)

Esse final de semana que passou, tive a oportunidade de participar de mais um rico módulo de Psicologia Corporal na Circuluz, em Goiânia, onde com Janete Capel e Rodrigo Haeming, pudemos ter conhecimentos teóricos e principalmente práticos de TRE.

O TRE que é uma sigla que significa: Tension & Trauma Releasing Exercises;  é um método criado por David Berceli para liberar tensões profundas do corpo por meio de tremores neuromusculares. Esses tremores, naturais e involuntários, ajudam a descarregar estresse, ansiedade e traumas acumulados.

Com o acesso a mais esse módulo, foi aumentado meu “aparato” de conhecimento e técnicas para beneficiar e melhorar a vida de meus pacientes/ clientes, como também pretendo no futuro incluir o TRE nas intervenções do meu projeto PsicoeducAÇÃO nas Escolas que almejo retornar com uma nova turma ainda esse ano. 

Percorrendo o módulo de Análise Bioenergética na pós

No final do mês de Maio tive a oportunidade de fazer o módulo de Análise Bioenergética na Circuluz com o professor e doutor Mauro Elias Mendonça. Foi um final de semana bastante intenso e de muito aprendizado. A Análise Bioenergética é uma das vertentes dentro da Psicologia Corporal que mais me atrai e me identifico por conter muitos exercícios que o paciente ou qualquer pessoa que se submeta irá sentir no corpo. Como estudante independente e com uma pós graduação a distância em Psicologia Corporal, estar em contato de forma presente fisicamente e vivencial têm sido muito válido para aperfeiçoar meu conhecimento. 
Abaixo algumas fotos das aulas: