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Fé e Psicologia: Quando Acreditar em Algo Maior Fortalece a Mente

A fé sempre esteve presente na história da humanidade como um pilar de esperança, sentido e consolo. Mas o que a Psicologia diz sobre ela? A ciência tem se debruçado sobre os efeitos da espiritualidade e da crença em Deus no funcionamento psicológico, emocional e até físico das pessoas — e os resultados são impressionantes.

Neste artigo, vamos entender como a fé pode ser uma aliada poderosa da saúde mental, e o que estudos científicos revelam sobre sua importância.


Fé: um recurso interno e relacional

Fé, no contexto psicológico, não é apenas uma crença religiosa: é a capacidade de acreditar, confiar e se entregar a algo que transcende o visível. Pode ser a fé em Deus, no destino, na vida ou até em si mesmo.

No caso da fé em algo superior — como Deus —, há um elemento relacional, que envolve diálogo interno, entrega e senso de proteção. Isso, segundo a Psicologia, pode:

  • Reduzir a ansiedade existencial

  • Aumentar a resiliência em momentos de crise

  • Estimular o autocuidado e a esperança


O que a Psicologia diz sobre a fé?

A Psicologia da Religião e Espiritualidade é um campo que estuda como as experiências religiosas influenciam emoções, comportamentos e saúde mental.

Estudos mostram que pessoas com fé:

  • Têm menores índices de depressão e suicídio

  • Enfrentam melhor o luto e doenças crônicas

  • Possuem maior senso de propósito e bem-estar

🧠 “A fé funciona como um fator de proteção psicológica, oferecendo estrutura para o sofrimento e significado para o caos.” — (Pargament, 2007)


Fé como fator de resiliência em crises

Durante traumas ou perdas, pessoas com fé tendem a:

  • Buscar conforto na oração ou em Deus

  • Encontrar propósito no sofrimento, ao invés de só desespero

  • Manter rotinas espirituais, que ajudam na regulação emocional

📌 Um estudo publicado no Journal of Health Psychology (2005) observou que pacientes com câncer que mantinham práticas religiosas tinham melhor aceitação da doença, menos sintomas depressivos e maior adesão ao tratamento (McCoubrie & Davies, 2006).


Fé e sentido da vida

A fé também está ligada à construção de sentido da vida, conceito central na logoterapia de Viktor Frankl. Segundo ele, mesmo nas piores condições (como os campos de concentração), o ser humano pode resistir se tiver um propósito maior ao qual se agarrar.

“A fé nos dá algo maior que nós mesmos, onde podemos ancorar a esperança em tempos de dor.” — Viktor Frankl


O perigo das generalizações

É importante destacar que nem toda religiosidade é saudável. Quando associada à culpa excessiva, rigidez ou abuso espiritual, pode gerar sofrimento. A fé madura e consciente, no entanto, costuma ser benéfica.

A Psicologia contemporânea tem buscado formas de integrar espiritualidade à terapia, respeitando a crença do paciente e, quando desejado, usando isso como ferramenta de suporte emocional.


Conclusão: Fé e Psicologia Podem Caminhar Juntas

A fé não anula a ciência — e a ciência não precisa excluir a fé. Em muitos casos, caminhar com um Deus, seja por meio da oração, da meditação ou da entrega espiritual, pode oferecer recursos internos poderosos para enfrentar os desafios da vida.

Na clínica, psicólogos cada vez mais reconhecem que respeitar a dimensão espiritual do paciente é uma forma ética e eficaz de acolhimento e cuidado integral.


Referências Científicas

  1. Pargament, K. I. (2007). Spiritually Integrated Psychotherapy: Understanding and Addressing the Sacred. Guilford Press.

  2. McCoubrie, R., & Davies, A. (2006). Is there a correlation between spirituality and anxiety and depression in patients with advanced cancer? Supportive Care in Cancer, 14(4), 379–385.

  3. Koenig, H. G., McCullough, M. E., & Larson, D. B. (2001). Handbook of Religion and Health. Oxford University Press.

  4. Ano, G. G., & Vasconcelles, E. B. (2005). Religious coping and psychological adjustment to stress: A meta-analysis. Journal of Clinical Psychology, 61(4), 461–480.

  5. Frankl, V. E. (1985). Em busca de sentido: Um psicólogo no campo de concentração. Vozes.

Os 5 Estágios do Luto: Entendendo o Processo da Perda

Perder alguém — seja por morte, fim de relacionamento ou ruptura significativa — é uma das experiências mais dolorosas da vida. Para compreender esse processo, a psiquiatra Elisabeth Kübler-Ross propôs, em 1969, um modelo que ficou conhecido como os 5 estágios do luto.

Embora cada pessoa viva o luto de maneira única, esses estágios ajudam a mapear os sentimentos mais comuns vivenciados durante o processo.


1. Negação

“Isso não pode estar acontecendo.”

A negação funciona como um mecanismo de defesa imediato, protegendo o indivíduo do impacto emocional da perda. É comum a pessoa agir como se nada tivesse mudado, evitando falar sobre o ocorrido ou esperando que “tudo volte ao normal”.

📌 Importante saber: esse estágio não é um problema psicológico — é uma forma de dar tempo ao cérebro para processar a dor.


2. Raiva

“Por que isso aconteceu comigo? Com ele(a)?!”

Quando a realidade começa a se impor, a dor se transforma em raiva. Pode ser direcionada a médicos, familiares, Deus, ao falecido ou a si mesmo. Essa raiva é, na verdade, uma expressão da frustração diante da impotência.

🧠 A Psicologia entende: a raiva é mais aceitável socialmente do que a dor, por isso, muitas vezes, ela “mascara” a tristeza profunda.


3. Negociação

“Se eu fizer isso, será que consigo mudar o que aconteceu?”

A negociação é marcada por tentativas inconscientes de barganha com o destino, com frases como “se eu tivesse chegado antes” ou “e se tivéssemos feito aquele tratamento?”. Muitas vezes, esse estágio aparece antes da morte iminente, especialmente em casos de doenças terminais.

💬 É um esforço para recuperar o controle em meio ao caos.


4. Depressão

“Nada mais faz sentido.”

Aqui a pessoa começa a encarar a realidade da perda. Surge um profundo vazio, tristeza, isolamento e até sintomas físicos (fadiga, perda de apetite). Diferente da depressão clínica, essa é uma resposta natural ao luto, e não deve ser apressadamente “curada”.

📌 Atenção clínica: se os sintomas persistirem por muitos meses com prejuízo significativo, pode ser necessário acompanhamento psicológico ou psiquiátrico.


5. Aceitação

“Eu não estou bem com isso, mas estou em paz.”

A aceitação não significa concordar com a perda, mas sim reconhecê-la e aprender a conviver com ela. A dor ainda pode estar presente, mas ela se torna menos incapacitante. O luto se transforma em memória e amor.

🌱 É o início de uma reorganização emocional, onde a vida começa a seguir em um novo ritmo, com espaço para a saudade e a esperança.


O Luto Não É Linear

É comum ir e voltar entre os estágios. Nem todos passam por todos eles, e a ordem pode variar. Além disso, o modelo de Kübler-Ross já foi ampliado por autores como Colin Murray Parkes e William Worden, que destacam aspectos como:

  • Reorganizar a vida sem a pessoa.

  • Processar as emoções relacionadas à perda.

  • Encontrar um novo significado.


Conclusão: Luto é Amor em Transformação

Lidar com o luto é atravessar um território desconhecido e muitas vezes solitário. Reconhecer os estágios ajuda a entender que o sofrimento faz parte do processo de cura. Buscar apoio, respeitar seu tempo e, se necessário, procurar ajuda profissional, são formas de se cuidar nesse momento delicado.


Dica de Leitura Complementar:

  • Kübler-Ross, E. & Kessler, D. (2005). Sobre o Luto e o Lamentar.

  • Parkes, C. M. (2001). Bereavement: Studies of Grief in Adult Life.

  • Worden, J. W. (2009). Grief Counseling and Grief Therapy.

Hibristofilia: Por Que Algumas Pessoas Se Sentem Atraídas por Criminosos?

A atração por criminosos, em especial os que cometeram atos violentos, intriga psicólogos, sociólogos e o público em geral. Conhecida como hibristofilia, essa condição ganhou atenção com casos de mulheres que se apaixonaram por assassinos em série, como Ted Bundy e Richard Ramirez. Mas o que leva alguém a desenvolver esse tipo de atração? A ciência tem algumas respostas.


O Que é Hibristofilia?

O termo hibristofilia vem do grego hybrizein (cometer ultraje) e philia (amor ou afinidade). Trata-se de um parafilias, ou seja, uma forma de excitação sexual ou afetiva por alguém que cometeu crimes graves, como homicídio, estupro ou abuso.

Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), a hibristofilia não é oficialmente listada como um transtorno específico, mas pode ser entendida dentro do espectro das parafilias quando compromete o funcionamento ou causa sofrimento clínico significativo.


Causas Psicológicas: O Que a Ciência Diz?

1. Desejo de Redenção ou Salvação

Muitas pessoas com hibristofilia relatam o desejo de “salvar” ou “curar” o criminoso. Isso remete a um mecanismo conhecido na Psicologia como projeção redentora — projetar no outro a própria necessidade de controle ou validação por meio da transformação dele.

📌 Caso famoso: Carol Ann Boone, que se envolveu com o serial killer Ted Bundy, casou-se com ele durante seu julgamento e acreditava em sua inocência até o final. Ela via nele algo “curável”.


2. Carência afetiva e necessidade de controle

Alguns estudiosos propõem que a hibristofilia pode estar ligada a vínculos traumáticos, onde a pessoa busca relacionamentos controláveis ou previsíveis. Um parceiro preso, por exemplo, oferece contato limitado, ausência de confronto físico, e dependência emocional — fatores que podem fazer pessoas inseguras se sentirem emocionalmente no controle.

🧠 Base científica: Estudos como os de Ramsland (2012) e Schmid (2005) apontam que algumas mulheres que se envolvem com criminosos têm histórico de relacionamentos abusivos, baixa autoestima e padrões de apego desorganizado.


3. Excitação pelo Perigo (Parafilia)

Para alguns indivíduos, o crime em si gera excitação. Isso está ligado a um comportamento parafílico, onde o estímulo sexual está associado a um comportamento socialmente desviante. A noção de que “ele matou por amor” ou “é perigoso, mas comigo é diferente” cria uma fantasia de exclusividade afetiva e intensidade emocional.

🧪 Estudo relevante: Sandnabba et al. (2002) exploraram parafilias em populações não-forenses e identificaram tendências associadas à excitação por submissão e dominação em contextos extremos, como o crime.


Tipos de Hibristofilia

  • Hibristofilia Passiva: A pessoa sente atração, mas não participa dos crimes. Ex: mulheres que escrevem cartas de amor a assassinos presos.

  • Hibristofilia Ativa: A pessoa participa, colabora ou até incentiva os crimes. Ex: Myra Hindley, cúmplice de Ian Brady nos assassinatos de crianças em Manchester.


Fatores Culturais e Midiáticos

A romantização de criminosos pela mídia — através de séries, filmes e documentários — pode reforçar fantasias e alimentar a hibristofilia. O caso de Richard Ramirez, conhecido como “Night Stalker”, é um exemplo: mesmo após cometer assassinatos e estupros, ele recebeu inúmeras cartas de fãs apaixonadas e chegou a se casar na prisão.

📺 Efeito do entretenimento: A série “You” da Netflix ou mesmo o fascínio em torno de “Dahmer” (2022) podem, sem intenção direta, reforçar ideias distorcidas sobre violência e erotismo.


Tratamento e Considerações Clínicas

A hibristofilia pode ser inofensiva em alguns casos (fantasias não atuadas), mas quando causa sofrimento ou leva a envolvimentos perigosos, é importante buscar ajuda profissional.

Abordagens terapêuticas incluem:

  • Psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC): para reestruturar crenças disfuncionais sobre amor, perigo e controle.

  • Terapia de esquemas: útil em pessoas com histórico de abandono ou abuso.

  • Terapia de trauma: para tratar padrões de apego traumático e co-dependência emocional.


Conclusão

A hibristofilia não é apenas uma curiosidade psicológica, mas um fenômeno que mistura parafilia, traços de personalidade, dinâmicas de poder e influências culturais. Compreendê-la é fundamental para desmistificar o glamour perigoso que, muitas vezes, envolve figuras criminosas.


Referências Científicas e Acadêmicas

  1. Ramsland, K. (2012). Women Who Love Men Who Kill. Praeger.

  2. Schmid, D. (2005). Natural Born Celebrities: Serial Killers in American Culture. University of Chicago Press.

  3. Sandnabba, K. N., Santtila, P., Alison, L., & Nordling, N. (2002). “Demographics, sexual behaviour, and paraphilias in men referred for forensic psychiatric evaluation.” Nordic Journal of Psychiatry, 56(5), 321–326.

  4. Petrescu, R. M., & Popescu, C. A. (2016). “Hybistophilia – love of criminals or a form of sexual paraphilia?” Journal of Education, Society and Behavioural Science, 17(3), 1–8.

  5. Mitchell, H. & Aamodt, M. G. (2005). “The Incidence of Female Sexual Attraction to Serial Killers.” Journal of Police and Criminal Psychology, 20(1), 40–51.

Narcisismo, Psicopatia e Religião: Uma Relação Silenciosa?

A religião historicamente serviu como guia moral e espiritual para bilhões de pessoas. No entanto, a mesma estrutura que oferece acolhimento, propósito e comunidade pode também atrair indivíduos com transtornos de personalidade — especialmente narcisistas e psicopatas — em busca de poder, controle ou validação.

Neste artigo, vamos explorar como certos traços patológicos podem se infiltrar em ambientes religiosos e como isso tem sido discutido pela ciência.


1. Narcisismo e Religião: Uma Busca por Adoração?

Indivíduos com Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN) são caracterizados por grandiosidade, necessidade extrema de admiração e falta de empatia. Ambientes religiosos — principalmente os que colocam líderes espirituais em pedestais — podem fornecer um palco ideal para alimentar esse ego.

Como isso se manifesta:

  • Busca por posições de liderança religiosa, onde possam receber admiração incondicional.

  • Uso da linguagem religiosa para justificar comportamentos abusivos ou se proteger de críticas.

  • Exibição pública de moralidade ou piedade, enquanto nos bastidores há manipulação emocional.

📚 Referência: Watts et al. (2013) sugerem que narcisistas vulneráveis são mais atraídos por práticas religiosas que envolvem experiências místicas ou espirituais, enquanto os narcisistas grandiosos tendem a usar a religião como meio de autopromoção.
(Fonte: Watts, F., Nye, R., & Savage, S. (2002). “Psychological perspectives on prayer.” Mental Health, Religion & Culture, 5(1), 37–50.)


2. Psicopatia e o Poder no Discurso Religioso

Psicopatas (ou pessoas com traços psicopáticos) possuem, em geral, ausência de remorso, empatia e medo, e costumam ser manipuladores frios e estratégicos. Embora nem todos os psicopatas sejam criminosos, muitos buscam locais onde possam explorar pessoas — e igrejas ou comunidades religiosas vulneráveis podem ser um terreno fértil.

Comportamentos observados:

  • Disfarce de piedade para conquistar confiança.

  • Manipulação emocional e espiritual (gaslighting religioso).

  • Uso da religião como ferramenta de dominação, especialmente em cultos ou seitas.

📚 Referência: A pesquisa de Glenn, Iyer, Graham & Koleva (2009) encontrou correlações entre traços psicopáticos e uma menor internalização dos valores morais religiosos. Psicopatas tendem a instrumentalizar a religião, não a seguir.
(Fonte: Glenn, A. L., Iyer, R., Graham, J., Koleva, S., & Haidt, J. (2009). “Are all types of morality compromised in psychopathy?” Journal of Personality Disorders, 23(4), 384–398.)


3. O Fenômeno do “Lobo em Pele de Cordeiro”

O uso da religião para fins pessoais não é novo. Do televangelismo com escândalos financeiros à criação de seitas coercitivas, há inúmeros casos onde líderes religiosos demonstraram claros traços de transtornos de personalidade.

Em uma análise clínica, a Dra. Diane Langberg, psicóloga especializada em abuso religioso, observa que o sistema religioso frequentemente protege o narcisista por ele parecer piedoso, carismático e ungido.


4. Como Prevenir o Abuso Espiritual

  • Transparência organizacional. Ambientes religiosos saudáveis devem ter estruturas de responsabilidade.

  • Educação teológica e psicológica. Entender como líderes manipuladores agem é essencial para proteção comunitária.

  • Espiritualidade sem idolatria. A fé não deve ser confundida com culto à personalidade.


Conclusão

A religião, quando usada com autenticidade, pode ser um instrumento poderoso de transformação e cura. No entanto, também pode ser cooptada por indivíduos com transtornos de personalidade que enxergam nela uma ferramenta de controle. Reconhecer esses padrões é o primeiro passo para proteger comunidades de fé e cultivar espiritualidade saudável e consciente.


Referências Científicas

  1. Glenn, A. L., Iyer, R., Graham, J., Koleva, S., & Haidt, J. (2009). Are all types of morality compromised in psychopathy? Journal of Personality Disorders, 23(4), 384–398.

  2. Watts, F., Nye, R., & Savage, S. (2002). Psychological perspectives on prayer. Mental Health, Religion & Culture, 5(1), 37–50.

  3. Exline, J. J., & Rose, E. D. (2005). Religious and spiritual struggles. Handbook of the Psychology of Religion and Spirituality, 315–330.

  4. Niebauer, C. L., & Garvey, K. (2009). The God Complex: The Potential Relationship Between Narcissism and Religiosity. Mental Health, Religion & Culture, 12(1), 1–11.

  5. Langberg, D. (2015). Redeeming Power: Understanding Authority and Abuse in the Church. Tyndale.

 

Lançada música sobre TRE

Recentemente fiz o módulo de TRE na pós graduação em Psicologia Corporal e me chamou bastante atenção os resultados dos exercícios em TRE, como estou a algum tempo desenvolvendo músicas para o projeto te.RAP.ia como forma de psicoeducação como também uma forma de aproximação da sociedade com temas voltados a saúde mental, projeto esse que visa o lançamento de uma mixtape no futuro com 12 faixas.
Na ocasião decidi movimentar algo no sentido do TRE que é uma série de exercícios simples criados pelo Dr. David Berceli com o objetivo de ativar o tremor neurogênico, uma resposta natural do corpo que ajuda a liberar tensões musculares profundas e acúmulo emocional ou traumático.
Dê o play e conheça um pouco mais da poderosa técnica do TRE através das ondas sonoras.

Aprofundando meus conhecimentos em TRE (Tension & Trauma Releasing Exercises)

Esse final de semana que passou, tive a oportunidade de participar de mais um rico módulo de Psicologia Corporal na Circuluz, em Goiânia, onde com Janete Capel e Rodrigo Haeming, pudemos ter conhecimentos teóricos e principalmente práticos de TRE.

O TRE que é uma sigla que significa: Tension & Trauma Releasing Exercises;  é um método criado por David Berceli para liberar tensões profundas do corpo por meio de tremores neuromusculares. Esses tremores, naturais e involuntários, ajudam a descarregar estresse, ansiedade e traumas acumulados.

Com o acesso a mais esse módulo, foi aumentado meu “aparato” de conhecimento e técnicas para beneficiar e melhorar a vida de meus pacientes/ clientes, como também pretendo no futuro incluir o TRE nas intervenções do meu projeto PsicoeducAÇÃO nas Escolas que almejo retornar com uma nova turma ainda esse ano. 

Percorrendo o módulo de Análise Bioenergética na pós

No final do mês de Maio tive a oportunidade de fazer o módulo de Análise Bioenergética na Circuluz com o professor e doutor Mauro Elias Mendonça. Foi um final de semana bastante intenso e de muito aprendizado. A Análise Bioenergética é uma das vertentes dentro da Psicologia Corporal que mais me atrai e me identifico por conter muitos exercícios que o paciente ou qualquer pessoa que se submeta irá sentir no corpo. Como estudante independente e com uma pós graduação a distância em Psicologia Corporal, estar em contato de forma presente fisicamente e vivencial têm sido muito válido para aperfeiçoar meu conhecimento. 
Abaixo algumas fotos das aulas: